quarta-feira, 12 de maio de 2010

Jeremy Camp, você conhece?

Jeremy Camp é um cantor norte-americano de rock (pop) cristão.


Antes de lançar seu primeiro álbum, Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia.) Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa. Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela obteve um diagnóstico de câncer. Enquanto ela já parecia conformada com a morte, Jeremy prometeu que caso ela se curasse, se casaria com ela. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os meses em que Camp passou com Melissa no quarto do hospital, tocava músicas para ela, no que foi aperfeiçoando musicalmente, enquanto foi reafirmando suas convicções religiosas.

Enquanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”. Logo depois da morte de Melissa, Jeremy escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito), sobre os problemas que enfrentou durante a doença e morte de sua esposa.



O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. Recentemente ele gravou a canção I Am Willing para a trilha sonora do desenho The Ten Commandments.

Atualmente, Jeremy Camp é casado com Adrienne Leisching (ex-lider da banda Benjamin Gate), e tem duas filhas e um filho com ela. Todos os álbuns chegaram a número 1 nas rádios americanas e até hoje ele ainda relata sua história e afirma que Deus permaneceu com ele,e atualmente é dos cantores gospel mais conhecidos mundialmente.


Conheça "I Still Believe", de Jeremy Camp em http://www.youtube.com/watch?v=tgJrflQ0Qwg
 
Recomendo!
 
 
 
 
Sulamita Augusta

A Vida é Fantástica

“Não se pode experimentar a sensação de existir sem experimentar a certeza que se tem de morrer. (...) E é igualmente impossível pensar que se tem de morrer sem pensar ao mesmo tempo em como a vida é fantástica.” (O Mundo de Sofia, de Jostein Gaarder – p. 17).


É engraçado o modo como vivemos. Queremos sempre ser quem não somos; ter o que não temos; estar onde não estamos. Os anos passam e as coisas mudam, e lá estamos nós, novamente querendo ser quem não somos, ter o que não temos e estar onde não estamos. Sonhar em alcançar novos objetivos é extremamente recomendável. O problema é a insaciedade humana que por vezes ultrapassa certos limites.
A complexidade do ser humano me surpreende. Isso nos diferencia dos animais, que resolvem seus problemas com muito mais rapidez. Temos mais formas de sermos objetivos e no entanto utilizamos, dessas formas para complicar as coisas.
Temos dificuldades em ser claros, sinceros, e até mesmo autênticos. Talvez tenhamos medo de encarar algum problema e, por isso, fugimos dele. Mas quanto mais convivermos com situações adversas mais teremos chances de aprender. Em cada caso é possível extrair algo positivo.
Tenho aprendido muito ultimamente. Aprendi que muita coisa vale a pena, mas ao mesmo  tempo, essas mesmas coisas são somente retardatárias. Só que mesmo sendo retardatárias, ainda assim, nos ensinam algo. Em certa ocasião me disseram que um dia eu aprenderia determinadas coisas. Na verdade, são coisas que eu até já sabia. Mas devido àquela “complexidade humana que me surpreende”, eu preferi fingir que não sabia, na tentativa de intervir no contexto. Isso me inclui no grupo dos seres humanos. Pessoas que são complexas, têm tudo o que precisam, nem tudo o que querem, que complicam as situações, mas que no fundo só estão almejando a felicidade.
Uma das coisas que aprendi é exatamente  esta. Aprendi (e com um mestre!) a compartilhar minhas particularidades com as palavras. Aprender com habilidade alheia é uma virtude.
As vezes penso em lamentar o que perdi, ou mesmo o que nem tive. Penso no que poderia ter sido; nas possibilidades da oportunidade. Por vezes, lamento.
Mas logo penso que querer ser o que não somos, querer estar onde não estamos e querer ter o que não temos é apenas um estímulo para sairmos do comodismo e batalhar pelo que realmente queremos. E é isso que torna a vida fantástica! Se temos a certeza de que um dia morreremos só nos basta extrair o melhor de cada instante que a vida nos proporciona. Afinal, ninguém sabe a hora de partir, mas sabe que veio por alguma razão.

Descubra. Invista. Realize-se.

Sulamita Augusta

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Bem-Vindos!

Este blog vai falar de música, som da melhor qualidade!
Fique à vontade!